segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Coffee Coaching: Embrulho para presente



Embrulho para presente

Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.

Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa.

Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era e disse:

- Esse aqui...

- Quer que eu embrulhe para presente? Perguntou a moça, sorrindo ainda mais. Ele balançou a cabeça para dizer que sim e disse:

- É para mim mesmo, mas eu gostaria que você embrulhasse.

Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina.

Daquele dia em diante, todas as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas às vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no armário, sem sequer abrir. Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem de convidá-la para sair e conversar.

Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou a chamá-la para sair. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.

No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a soluçar e disse:

- Então, você não sabe? Faleceu esta manhã.

Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: "Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria..."

Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abria traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer o rapaz.

Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já, amanhã pode ser muito tarde!


Fonte: Golfinho
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sábado, 22 de agosto de 2009

Frase do Dia

 

"Ser líder é como ser uma dama: se você precisa provar que é, então você não é…" (Margareth Thatcher)

Pense nisso.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Coffee Coaching: O Florentino



O Florentino

Era uma vez um florentino que todas as noites participava de serões e ouvia as pessoas que tinham viajado e visto o mundo conversarem. Ele não tinha nada para contar, pois vivera sempre em Florença, e achava que fazia papel de bobo.

E assim lhe deu vontade de viajar; não teve paz enquanto não vendeu tudo, fez as malas e partiu. Anda que anda, escureceu, e ele pediu pousada para a noite na casa de um pároco. O pároco o convidou para jantar e comendo lhe perguntava o porquê da sua viagem. Ao ouvir que o florentino viajava para depois regressar a Florença e ter algo para contar, disse:

- Várias vezes tive o mesmo desejo; quem sabe, caso não lhe desagrade, não poderíamos ir juntos?

- Imagine – disse o florentino. - Parece mentira encontrar companhia.

E na manhã seguinte partiram juntos, o florentino e o pároco.

A noite, chegaram a uma feitoria. Pediram abrigo e o dono perguntou:

- E por que estão viajando? - Quando soube o motivo, também ele ficou com vontade de viajar e ao amanhecer partiu com eles.

Os três andaram muito juntos, até chegar ao palácio de um gigante.

- Vamos bater – disse o florentino -, assim quando voltarmos para casa teremos historias de um gigante para contar.

O gigante veio abrir pessoalmente e os hospedou.

- Se quiserem ficar comigo – disse depois -, aqui na paróquia me falta um pároco, na feitoria me falta um feitor, e quanto ao florentino, embora não tenha necessidade de florentinos, também para ele se achará um lugar.

Os três conversaram:

- Bem, trabalhando para um gigante, certamente veremos coisas extraordinárias; imaginem quantas coisas poderemos contar depois! - E aceitaram. Ele os levou para dormir e combinaram que no dia seguinte acertariam tudo.

No dia seguinte o gigante disse ao pároco:

- Venha comigo que lhe mostro a papelada da paróquia. - E o conduziu para um aposento.

O florentino, que era um grande curioso e não queria perder a ocasião de ver coisas interessantes, pôs o olho no buraco da fechadura e viu que, enquanto o pároco se inclinava para ver a papelada, o gigante ergueu um sabre, cortou-lhe a cabeça e jogou o corpo e a cabeça num alçapão.

"Esta sim, será uma boa para contar lá em Florença", pensou o florentino. "O problema é que não vão acreditar em mim."

- Já encaminhei o pároco – disse o gigante -, agora vou cuidar do feitor; venha que lhe mostro a papelada da feitoria.

E o feitor, sem suspeitar de nada, seguiu o gigante até aquele aposento.

O florentino, pelo buraco da fechadura, viu-o inclinar-se sobre a papelada e depois o sabre do gigante se abater entre a cabeça e pescoço. A seguir, o decapitado acabou no alçapão.

Já estava se regozijando com tantas coisas extraordinárias que poderia contar na volta, quando percebeu que depois do pároco e do feitor seria a vez dele e que, portanto, não poderia contar absolutamente nada. E lhe veio um grande desejo de fugir, mas o gigante saiu do aposento e lhe disse que antes de tratar dele preferia almoçar. Sentaram-se a mesa, e o florentino não conseguia engolir nem um bocado e estudava um plano para escapar das mãos do gigante.

O gigante não enxergava bem com um dos olhos. Terminada a refeição, o florentino começou a dizer:

- Que pena! O senhor é tão bonito, mas esse olho...

O gigante, ao se sentir observado naquele olho, ficou incomodado e começou a se agitar na cadeira, a bater as pálpebras e a franzir as sobrancelhas.

- Sabe? - disse o florentino -, conheço uma erva que, para as doenças dos olhos, é um remédio infalível. E tenho a impressão de tê-la visto aqui no seu jardim.

- Ah, é? Ah, é? - disse logo o gigante. - Viu aqui mesmo? Então, vamos procurá-la.

E o conduziu ao prado, e o florentino, saindo, observava portas e fechaduras para ter bem claro na cabeça o meio para fugir. Num canteiro, colheu uma erva qualquer: voltaram para casa e a colocou para ferver numa panela de óleo.

- Aviso-o de que vai doer muito – disse ao gigante. - É capaz de resistir a dor sem se mexer?

- Bem, decerto... decerto resisto... - disse o gigante.

- Ouça: será melhor que para mantê-lo parado, o amarre a esta mesa de mármore; caso contrário, começa a se agitar e a operação não dá certo.

O gigante, que fazia questão de ajustar aquele olho, deixou que ele o amarrasse a mesa de mármore. Quando ele ficou amarrado como um salame, o florentino virou a panela de óleo fervente nos seus olhos, cegando-o completamente, e depois fugiu escada abaixo, pensando: "Mais essa para contar!"

Com um berro que fez a casa estremecer, o gigante se levantou e, com a mesa de mármore amarrada as costas, pôs-se a correr atrás dele as apalpadelas. Porém, percebendo que cego como estava jamais o alcançaria, recorreu a um ardil:

- Florentino! - gritou.- Florentino!, por que me abandonou? Não vai terminar a cura? Quanto quer para acabar de me curar? Quer este anel? - E lhe atirou um anel. Era um anel encantado.

- É isso – disse o florentino -, vou levá-lo para Florença e mostrá-lo a quem não acredita em mim!

Mas, assim que o recolheu e o enfiou no dedo, eis que o dedo se transforma em mármore, pesado a ponto de arrastar para o chão a mão, o braço e o corpo inteiro, fazendo-o ficar estendido. Agora o florentino não podia mais se mover, pois não aguentava com o dedo. Tentou tirar o anel do dedo, porém não conseguia. O gigante estava quase em cima dele. Desesperado, o florentino puxou uma faca do bolso e decepou o dedo: assim pode escapar e o gigante não o encontrou mais.

Chegou a Florença com um palmo de língua para fora da boca, e lhe passara não só a vontade de correr mundo, mas também a de contar suas viagens. E, quanto ao dedo, disse que o cortara quando capinava.

Italo Calvino
Fábulas Italianas
Companhia de Bolso


Fonte: Golfinho
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

As Três Peneiras de Sócrates

 

socratesCerto dia um homem foi ao encontro de Sócrates levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse:

- Quero contar-te uma coisa a respeito de um amigo teu!

- Espera um momento – disse Sócrates – Antes de contar-me, quero saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras?

- Três peneiras? Que queres dizer?

- Vamos peneirar aquilo que quer me dizer. Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção: A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?

- Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.

- A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade, ou não?

Envergonhado, o homem respondeu:

- Devo confessar que não.

- A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?

- Útil? Na verdade, não…

- Então - Disse-lhe o sábio - Se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então é melhor que o guardes apenas para ti.

Pense nisso..

(imagem retirada de http://www.historyforkids.org )

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Lições de vida corporativas

Lição nº 1 - Gestão do Conhecimento

Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem ia atender a porta a mulher desiste se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: "Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha." Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro "Quem era?" - "Era o Bob, o vizinho da casa ao lado." - diz ela. "Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?"

Moral da história: Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias!!!

 

Lição nº 2 - Chefia e Liderança
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: “Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês". "Eu primeiro, eu primeiro." grita um dos funcionários. "Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!" Puf! e ele se foi. O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido: “Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!" Puf e ele se foi. "Agora você" diz o gênio para o gerente. "Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço." - diz o gerente.
Moral da História: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

 

Lição nº 3 - Zona de Conforto
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: "Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?" O corvo responde: "Claro, porque não?" O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.
Moral da História: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.

 

Lição nº 4 - Motivação
Na África todas as manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva. Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.
Moral da História: Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.

 

Lição nº 5 – Criatividade
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas na sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora. O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
Moral da História: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos.

 

#Recebi por e-mail…

domingo, 9 de agosto de 2009

Coffee Coaching: Voe cada vez mais alto



Voe Cada Vez Mais Alto

Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas na segunda guerra mundial, mas que ainda tinha condições de voar.

Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento. Era um rato que roia uma das mangueiras que dava sustentação para o avião permanecer nas alturas. Preocupado, pensou em retornar ao aeroporto para se livrar do seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado.

Então voou cada vez mais alto e notou que os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem tinham acabado, conseguindo assim fazer sua arrojada aventura ao redor do mundo, que era seu grande sonho...

Moral da história:

Se alguém ameaçá-lo, voe cada vez mais alto...

Se alguém criticá-lo, voe cada vez mais alto...

Se alguém tentar destruí-lo por inveja e fofocas, voe cada vez mais alto...
e por fim, se alguém cometer alguma injustiça com você, voe cada vez mais alto...

Sabe por quê? Ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos "ratos" - não resistem às grandes alturas.


Fonte: Golfinho
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Siga seu Coração


Divido com os leitores deste despretencioso Blog os 10 Conceitos de Andrew Mathews para “Seguir Seu Coração” e viver melhor:

1. Estamos aqui para aprender lições e o mundo é nosso professor!

2. O universo não tem favoritos.

3. Sua vida é um reflexo perfeito de suas convicções.

4. No momento em que você se apega excessivamente às coisas, às pessoas, ao dinheiro… acaba estragando tudo.

5. Aquilo em que você concentra sua atenção tende a se expandir.

6. Siga seu coração.

7. Deus não vai surgir em uma nuvem e dizer: “Você está autorixado a ter sucesso”. Então mexa-se!

8. Quando você luta contra a vida, a vida sempre vai sair ganhando. Pense nisso.

9. Como devemos amar as pessoas? Basta aceitá-las.

10. Sua missão na vida não é mudar o mundo, mas sim mudar a si mesmo.

Coffee Coaching: Macunaima

 


Seria o Macunaíma? Especialista desvenda perfil do profissional brasileiro


Dizem que Mário de Andrade desvendou o Brasil com Macunaíma, o anti-herói preguiçoso e malandro, que sempre conseguia o que desejava. Se Macunaíma é o arquétipo do brasileiro, representaria então os profissionais do mundo corporativo?
Para o diretor executivo do Insadi, Dieter Kelber, o povo brasileiro é alegre, flexível, indolente - porque nunca passou por guerras e catástrofes naturais de grande proporção - e miscigenado.
"E o calor é danado", lembra. Povos que vivem em regiões quentes, no geral, têm menos pique do que as populações inseridas em temperaturas mais amenas. Pode ser também influência do clima o gosto por festas e pelo Carnaval.

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Fonte: Portal Administradores